quinta-feira, 26 de abril de 2012

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA, comunicação apresentada no Salão de ensino UFRGS 2011. RESUMO aqui

domingo, 19 de fevereiro de 2012

6,237m² - inventariar espaços, [em produção]



"O projeto de pesquisa-performance 6,237m² - inventariar espaços pretende, por meio das visibilidades artísticas da performance e da linguagem da literatura e do vídeo, não uma definição positiva, e sim, primeiro que tudo, deixar ver e colocar a questão de um processo interartístico e contemporâneo do pensar da arte. A arte, no recorte que aqui nos propomos, pensa por liquefação ou, dito de outro modo, por uma forma de imagem e de pensamento que se liquefazem e se autotransgridem continuamente. Assim fazendo, a arte contemporânea, na medida em que cria suas visibilidades, não só opera o desmanche de quaisquer sobredeterminações, padrões, disposições e noções de pensamento que lhe sejam preexistentes ou precedentes como, simultaneamente, instaura, a cada vez e sempre em permanente mobilidade, seu próprio aparato crítico, de forma a envolver em sua composição a ação pensante e o estado do olhar que lhe convém" (cãoamarelo).

 ________

6,237m² - inventariar espaços se organiza como Exercício de pesquisa vinculado a dois projetos coordenados pela Prof.ª Dr.ª Sandra Mara Corazza: “Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida” vinculado ao Programa Observatório da Educação CAPES/INEP - FACED/UFRGS e “Dramatização do infantil na comédia intelectual do currículo: método Valéry-Deleuze” com apoio do CNPQ e PROPESC/UFRGS. Esse processo-exercício atua, em 2012, no Curso de Extensão “Atelier de Pesquisa: Exercícios do Informe em Educação, Literatura, Cinema, Performance”  oferecido na FACED/UFRGS no mês de maio de 2012, sob Coordenação da Prof.ª Dr.ª Sandra Mara Corazza e executado por Letícia Testa, Olívia Soares e Máximo Daniel Lamela Adó.  

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Coleção Escrileituras, [Prefácio]

O projeto "Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida" coordenado pela Prof.ª Dr.ª Sandra Mara Corazza, PPGEDU/UFRGS e vinculado ao Programa Observatório da Educação CAPES/INEP lançou em 2011 [ no I Colóquio Nacional Pensamento da Diferença, realizado na cidade de Canela, RS em parceria com a UCS - Universidade de Caxias do Sul | Centro de Eventos da UCS] a Coleção Escrileituras, trata-se de publicações a respeito das produções do projeto sendo que a própria Coleção é parte constitutiva dessa produção. O caderno 1 foi organizado pela Prof.ª Dr.ª Ester Heuser da UNIOESTE/PR, uma das Coordenadoras de Núcleo do projeto.  O projeto é composto por 4 Núcleos, sendo que sua Coordenação Geral está sediada na UFRGS. Os núcleos são: Núcleo UFRGS - Prof.ª Dr.ª Sandra Mara Corazza, Núcleo UFpel - Prof. ª Dr.ª Carla Rodrigues, Núcleo UNIOESTE  Prof.ª Dr.ª Ester Heuser e Núcleo UFMT - Prof. Dr. Silas Monteiro.

ADÓ, Máximo. "Prefácio". In.: HEUSER, Ester (Org.) Caderno de Notas 1: projeto, notas & ressonâncias. Cuiabá, EdUFMT, 2011, p. 09 - 12.


Tive a alegria, como pesquisador participante do Projeto, de ser convidado para prefaciar o primeiro livro da Coleção, texto que também compõe as orelhas do livro. 

O texto do prefácio pode ser lido a seguir [com as marcações da paginação no original]:

Prefácio [pág 9]
Máximo Lamela Adó

Pode-se dizer que a escrita de um incomparável escritor, como o foi Paul Valéry (1871-1945), está mais que entremeada por rasuras, artifícios da forma, mas quer constituir-se na e pela rasura. Adota a rasura como um estatuto paradoxal para a própria escrita, uma escrita na qual seus procedimentos, operações, mecanismos, voltam-se à composição de textos com fins a expressá-los para produzir o máximo de efeito ao leitor-ouvinte, leitor que se ouve e hesita a significar o lido entre som e sentido. Por isso a escrita valéryana está composta por uma variedade temática diletante e é aí que apoia sua consistência, em uma espécie de simultaneidade na qual sensível e inteligível atuem em reciprocidade. Operando, evidentemente, por uma relação indissociável entre teoria e prática, leitura e escrita. Em domínios de interação mútua, no qual a escrita e sua outra metade, a leitura, agem como rasura, acabam por determinar o apagamento do que foi feito-lido-escrito. O que fica é uma mancha de sentido, uma tentativa de deliberar todo um orbe por meio de qualidades próprias, negar-se ao afirmar-se, atuar por meio de cortes e desvios, evasões, reescritas, repetições, atualizações, por fim, incompletudes. Um movimento que não se interessa por uma história da verdade, mas por uma história que nada narra, senão, a sua potência como contingência de composição, um escrever como experimento do trabalho de alguém que escreve para conhecer, e não escrever o que já conhece. E, mesmo assim, o conhecido de uma escrita se dá por uma relação constante com o incognoscível e imperceptível de cada escrito, dá-se em um processo inacabado e sempre recomeçando pelo meio. Pode-se dizer, então, que é com esse espírito que Valéry escreve diariamente, durante mais de 50 anos, o que constitui os 29 volumes de seus Cahiers (não excluindo seus ensaios, conferências, diálogos, poemas etc.) e é com espírito análogo que entrevejo constituir-se este [fim da pág.09], [pág. 10] primeiro volume da Coleção Escrileituras, Cadernos de Notas I: Projeto, Notas e Ressonâncias.
É disso que se trata!
O volume está composto por três peças que se retroalimentam, a saber, Projeto, Notas e Ressonâncias. Essas peças são deliberadamente anacrônicas e independentes, mesmo que recíprocas retroativas e recursivas, ou seja, não podemos concebê-las por uma ordem de causalidade linear, aquela na qual uma causa produz diretamente um efeito. No entanto, cabe-nos dar-lhe uma composição. O tom do volume, para usar despreocupadamente uma metáfora musical, é reverberado a partir das Notas. As Notas, a sua vez, encontram certo dinamismo espaço-temporal no Projeto e estes (Notas e Projeto) são reintroduzidos e interferem no próprio processo do qual fazem parte em Ressonâncias. Temos que o produto é produtor daquele que o produz, constituindo, de certo modo, uma atualização encarnada do projeto “Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida” a habitar o campo da Educação. O projeto “Escrileituras” coordenado por Sandra Mara Corazza traz uma jubilosa ideia de que a Educação se faz e se sente com todo o corpo. Ernesto Sábato falando de arte disse, certa vez, que a objeção de Nietzsche a Wagner era fisiológica: não se faz ou se sente a arte com a cabeça, mas com o corpo inteiro. Este Caderno parece afundar nessa premissa; faz do leitor partícipe, de corpo inteiro é claro, de um dinamismo espaço-temporal que é o projeto “Escrileituras” a ocupar o campo da Educação e caracterizado, aqui, por uma das peças deste conjunto desenvolvida por Patrícia Dalarosa, intitulada Projeto. Por meio de diálogos incessantemente mutáveis e relacionais, o texto Notas de Sandra Corazza tensiona as noções de criação, tradução, transcriação, oficina, escrita, leitura, escrileitura, procedimento, avaliação, diferenças, didática, crítica, texto, cartografia, a uma Educação função. — Eu funciono, diz a Educação. Procurando contornar a fadiga pastosa de uma recaída sobre opiniões acabadas, clichês que se mostram como o fim de possibilidades criadoras no plano de uma escrileitura em Educação, faz de si uma auto-variação. A Educação, neste Caderno — que atua como personagem, ou ainda, criatura do intelecto — procura aumentar seu grau de racionalidade, de consciência de si, sem almejar verdades, mas, por meio de variedades irredutíveis, ou seja, diferença, fazer com que ocorrências se contraiam em imaginação. O Caderno nos faz desconfiar de toda fixidez, de [fim da pág.10], [pág. 11] qualquer ídolo ou condição de generalidade. O seu papel para com o projeto “Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida” e, consequentemente, para o campo da Educação, é o de combinar ordens de grandezas ou qualidades incompatíveis, acomodações que se excluem; excitar a vitalidade imaginativa ampliando, a cada vez, sua funções; classificar as próprias resistências, gradações e complexidades em disposições regulares colhidas em seu campo de irregularidades. Esta Educação procura, incessantemente, o processo dos efeitos que se tornam causas, ou seja, hábitos. Daí, sempre a necessidade de fazer-se como auto-variação, procurar desfazer em seus efeitos as constantes que se tornam hábitos. Um esgarçar de si buscando, naquilo que já achou, os desvios que se bifurcam na superfície da cultura, como um modo de transculturação ou transformação cultural. As Ressonâncias, como retroativas e recursivas que são, atuam em três partes, todas essas três partes, inseparáveis, porém interdependentes, mesmo sendo autônomas, foram apresentadas pela voz de seus autores no “Seminário Especial Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida” ocorrido na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul no dia 09 de maio de 2011, autores estes que são, também, coordenadores de núcleos que compõem o projeto “Escrileituras”. Talvez tenha sido Silas Monteiro, em seu texto “Notas | Siglas | Sons”, mais que qualquer outro, o responsável pela atenção às siglas corazzianas como experiência fônica ao modo derridiano da différance. Atenção esta que se fez reverberar em seu próprio nome: Si(g)las, grassando-o pelo meio, destraçando, pela política derridiana do nome próprio, a origem desse “autor” que fala, já que, como se sabe, a política do nome próprio em Derrida trata do uso do ouvido, e seu nome confundir-se-ia, assim, com o próprio tema proferido. Parece ter sido Ester Heuser quem, com seu texto “Linhas para uma (micro)política de escrileituras: ler e escrever em meio à vida e às políticas de Estado”, soube, mais que apontar, fazer soar um modo de procedimento de uma política de forças para uma política de oficinar frente à pergunta “o que acontecerá?”, precedente e procedente de uma Política de Estado que perpassa toda uma constituição do projeto “Escrileituras”, não, sem suas prudências e multiplicidades. E, quiçá, tenha sido Carla Gonçalves Rodrigues que, com seu texto “O dito e o não-dito da formação de professores nesta contemporaneidade” tenha nos dado a ouvir naquela ocasião e a ler nesta, certa necessidade de enlaçar a formação docente [fim da pág.11], [pág. 12] a uma incomensurabilidade entre o respirar e o atuar na formação de professores. 


quinta-feira, 26 de maio de 2011

vídeo - eqcsem


eqcsem [#1] from maximo lamela on Vimeo.

Eu Quero Continuar Sendo Eu Mesmo [eqcsem]

Direção, Roteiro e Produção: 
Máximo Lamela Adó & Letícia Testa 
BICA - Bureau de Investigação Cão Amarelo
www.caoamarelo.com

Montagem: Máximo Lamela Adó

Trilha Sonora: Paul Valéry – Opinion sur Hitler et sur la guerre (1939)

Performer: Letícia Testa

Referências:

CORAZZA, Sandra M. Ca.Obe#2 - Caderno de Notas | Programa Observatório da Educação – NOTAS 0 – Para pensar as Oficinas de Transcriação (OsT) – UMA TEORIA DA CRIAÇÃO . 1. ed. Porto Alegre: OBEDUC - BOP, 2011. v. 2. 16 p. 

CORAZZA, Sandra M. Ca.Obe#1 - Caderno de Notas | Programa Observatório da Educação - Oficinas de Transcriação (OsT). 1. ed. Porto Alegre: OBEDUC - BOP, 2011. v. 1. 36 p. 

DEVYATOVA, Noyabrina. Bugs. [vídeo]. Direção de Noyabrina Devyatova, 

NIETZSCHE, Friedrich. Escritos Sobre Educação. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
RODRIGUES, Carlos Magno. Kalashnikov. [vídeo]. Direção de Carlos Magno, 9min30s, 2006. Experimental. 

Este vídeo compõe o processo de pesquisa do projeto “Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida” vinculado ao Programa Observatório da Educação CAPES/INEP - FACED/UFRGS.
http://www.ufrgs.br/escrileituras
Projeto 91/2010 | Coordenação Geral : Profª. Drª. Sandra Mara Corazza

sexta-feira, 11 de março de 2011

O CONHECIMENTO COMO DESVIO: DA INFINITA MOBILIDADE DO PENSAMENTO EM NICOLAU DE CUSA



RESUMO

No intuito de designar o processo de pensamento, o filósofo Nicolau de Cusa (1401-1464) dedica-se a descrevê-lo segundo o enlace entre o pensamento finito do humano e a fundamental verdade infinita de Deus. A verdade, contudo, apesar de ser o objeto formal do pensamento humano, jamais é atingida integralmente. Porém, a sua busca é legitimada na medida em que, como infinita, abrange o pensamento finito, sem, por isso, ser finitizada, e, por sua vez, o pensamento finito abrange também, ao ser abrangido, um ponto comum com essa verdade buscada. Dessa maneira, é possível, com Cusa, fazer-se o esquadrinhamento de como a verdade desconhecida de Deus se torna a peça movedora da máquina de pensar humana. Uma das principais consequências disso é o método da douta ignorância como modo de entendimento do conhecimento humano, o qual esta dissertação postula e desenvolve, tomando em consideração o estudo das obras cusanas De docta ignorantia, Idiota e Compendium. A partir desse quadro, então, tem-se como resultante a formação de uma imagem do pensamento humano como potência viva indefinidamente a caminho da sua verdade, que oferece um campo de possibilidades combinatórias infinitas para o seu conhecimento. Conclui-se desta parte que, a inventividade do pensamento cusano constitui o próprio pensamento filosófico como um executador da multiplicidade e do movimento inventivo para a filosofia.



Palavras-chave: Conhecimento. Pensamento-verdade. Nicolau de Cusa.




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Arte, ontologia y hermeneutica por Natalia Juan Gil, Universidad Veracruzana | México

STOA - Revista del Instituto de Filosofía | Universidad Veracruzana | México [ http://www.uv.mx ]
Baixar publicação completa >>; Arte, ontologia y hermeneutica por Natalia Juan Gil 
- Texto de Natalia Juan Gil citando texto de Letícia Testa

TESTA, Letícia. “¿Qué cuerpo es este que danza la imagen del pensamiento?” en Revista Malabia [Tradução de Máximo Daniel Lamela Adó] >> ler aqui
versão do texto em Português: Revista Alegrar Nº 7 >> ler aqui

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DOMINGO, 31 DE OUTUBRO DE 2010 Suplemento Brasil N° 5 - Feedbr100% - Jornal Cultural Feedback100% - Açores, Portugal

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Coordenadora Feedbr100%
cristina OLIVEIRA

Editores
cristina OLIVEIRA
felipe COVALSKI
letícia TESTA
máximo LAMELA Adó

Editores de arte e conteúdo
cristina OLIVEIRA
máximo LAMELA Adó

Nesta edição
Colaboradores
cristina OLIVEIRA,  elke SIEDLER, felipe COVALSKI,
felipe PREVE, ines CORREA, letícia TESTA, máximo LAMELA ADÓ.

Projeto gráfico e diagramação 
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Capa e contracapa 
máximo LAMELA ADÓ (sobre fotografias do projeto “Magda y su vida”, Cão Amarelo).

Laboratório Fotográfico Digital
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Feedback100% - Jornal Cultural dos Açores - Editor Emanuel Pereira
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dissociação e anacronismo no coração do tempo presente

Contemporâneos são aqueles que não aderem completamente ao seu tempo, segundo o que nos indica o filósofo Giorgio Agamben. De chofre, essa afirmação nos remete a noção de pertencimento que sugere, mais do que outra coisa, uma dinâmica de indeterminação e, consequentemente, de desadequação. Desde aí, poderíamos então arriscar a compreensão de que isso seria algo como estarmos próximos, simultânea e indistintamente, do que nos dista muitos séculos e do que nos é recentíssimo. Sendo assim, o nosso tempo presente, que é a contemporaneidade, exigiria um modo de “atualidade” descontinuada ou deslocada. Em virtude disso, pertencer ao tempo presente, sendo-lhe exatamente contemporâneo, significaria não coincidir completamente com este e tampouco adequar-se as suas pretensões, de sorte que se possa assegurar, a cada vez, uma tomada de distância. Mas, afinal, como dispor de uma não-coincidência com as pretensões do próprio tempo? E, nesse sentido, quando nos constituímos efetivamente em um estado de contemporaneidade? Obviamente, não se trata aqui de alguma nostalgia por outro tempo, e sim do reconhecimento da irrevogabilidade de seu presente. Nesse caso, com Agamben, já podemos entrever a contemporaneidade como uma singular relação com o presente de nosso próprio tempo, na qual só aderirmos de fato a ele pela distância dinâmica de uma dissociação e de um anacronismo. Ademais, o autor acresce uma noção de obscuridade que, não possuindo o sentido de uma não-visão mas de uma espécie de visão que denominamos escuro, permite-nos perceber as trevas do tempo presente. Pois bem, o que podemos constatar até aqui, seguindo a reflexão de Agamben, é o fato de que a contemporaneidade não se resolve apenas em um tempo cronológico. Diferentemente disso, no coração do tempo cronológico da contemporaneidade urge uma intempestividade, uma obscuridade, uma dissociação e um anacronismo que impedem o tempo de compor-se determinada e adequadamente. Assim, nós, quando contemporâneos, somos aqueles que, mediante essa singular relação, marcamos tal ruptura no nosso tempo presente, fazendo-o descontinuar em permanências e obscurecer em deslocamentos sempre ainda não-vividos dentro de todo vivido.

por Letícia Testa / Publicado no Suplemento Feedbr100% - Edição Nº4, Outubro de 2010, Açores PT.

http://feedbr100.blogspot.com/2010/09/coordenadora-feedbr100-cristina.html

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Suplemento Brasil N° 4 - Feedbr100% - Jornal Cultural Feedback100% - Açores, Portugal

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Coordenadora Feedbr100%
cristina OLIVEIRA

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Nesta edição
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alma WELT, betina FRICHMANN, cristina OLIVEIRA,  felipe COVALSKI, gina DINUCCI, guilherme DE FARIA, lázaro LOLLIER, letícia TESTA, máximo LAMELA ADÓ, miguel RODRIGUES.


Projeto gráfico e diagramação
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Capa e contracapa
máximo LAMELA ADÓ (sobre litografias de Guilherme de Faria).


Laboratório Fotográfico Digital
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domingo, 5 de setembro de 2010

Suplemento Brasil N° 3 - Feedbr100% - Jornal Cultural Feedback100% - Açores, Portugal

Suplemento Feedbr100% - Nº 3 - setembro de 2010


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felipe COVALSKI (grupo Huahine)
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cenilda RIBEIRO, cristina OLIVEIRA, fábio PARISE, felipe COVALSKI, frontino VIEIRA dos SANTOS, gláucia PIMENTEL, lázaro LOLLIER, letícia TESTA, leandro SELISTER, luciano BEDIN, luiz GUIDES, mayra REDIN, máximo LAMELA ADÓ, natália LEITE, paola ZORDAN, vitor BUKTUS, regina BENEVIDES. 

Projeto Gráfico e diagramação 
máximo LAMELA ADÓ

Capa e contracapa 
máximo LAMELA ADÓ (sobre fotografias de cristina OLIVEIRA e felipe COVALSKI).

Laboratório Fotográfico Digital
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

FANTASIAS DE ESCRITURA Filosofia-Educação-Literatura



FANTASIAS DE ESCRITURA

Filosofia-Educação-Literatura

Organização:
Sandra Mara Corazza



Este livro? Onze textos produzidos pelo BOP – Bando de Orientação e Pesquisa. (O nome próprio como apreensão instantânea da multiplicidade.) Integrantes: professores, mestrandos, doutorandos, bolsistas. (Posição nos planos? Periférica.) BOP, que compõe, junto ao CNPq, o Grupo de Pesquisa DIF – artistagens, fabulações, variações. (Desde 1º de julho de 2002. Experimentações de potências intelectuais e expressivas com o pensamento da diferença.) BOP e DIF vinculados à Linha de Pesquisa 09, Filosofia da diferença e Educação. (Totalização? Unidade? Impossível!) Linha de Pesquisa, que integra o PPGEDU – Programa de Pós-Graduação em Educação. (Não fragmento numérico de totalidade perdida: pluralidade.) Programa de Pós-Graduação da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. (Restritos em quantidade? E já somos multidão.) Nesses dinamismos espaços-temporais, nos aventuramos, estudamos, escrevemos: este livro. (Feito de uma educação exprimida/espremida entre filosofia e literatura.) Com fantasia. Nas pegadas de Roland Barthes. Não antagônica à razão, lógica, realidade. Roteiro afirmativo. Positividade de forças desejantes. Origem da cultura. Ligada a codificações.




Autores: Cristiano Bedin da Costa, Deniz Alcione Nicolay, Eduardo Guedes Pacheco, Ester Maria Dreher Heuser, Fábio José Parise, Gabriel Sausen Feil, Karen Elisabete Rosa Nodari, Luciano Bedin da Costa, Marcos da Rocha Oliveira, Máximo Daniel Lamela Adó, Sandra Mara Corazza



Capa: Daniela Bürgel (sobre ilustração de Marcele Pereira da Rosa)

Nº de páginas: 174

ISBN: 978-85-205-0561-8

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Suplemento Brasil N° 2 - Feedbr100% - Jornal Cultural Feedback100% - Açores, Portugal


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cristina OLIVEIRA, felipe COVALSKI, letícia TESTA, mayra REDIN, mayana REDIN, máximo LAMELA ADÓ, Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, RS, Brasil.
Projeto Gráfico e diagramação
máximo LAMELA ADÓ
Capa e contracapa (fotografia e desenho)
máximo LAMELA ADÓ
Laboratório Fotográfico Digital
felipe COVALSKI (grupo Huahine)
cristina OLIVEIRA (grupo Huahine)


Feedback100% editor - Emanuel Pereira www.jornalfeedback.com/








sábado, 24 de julho de 2010

Suplemento Brasil N° 1 - Jornal Cultural Feedback100% - Portugal Edição Julho 2010


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Nesta edição
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federico KLÄRICH
letícia TESTA
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Projeto gráfico e diagramação
máximo LAMELA ADÓ


Laboratório fotográfico digital
cristina OLIVEIRA
felipe COVALSKI

Traduções
máximo LAMELA ADÓ

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

catando clipagem

http://www.helenakatz.pro.br/
http://www.helenakatz.pro.br/midia/helenakatz81153855964.jpg



"[...] o solo de Letícia Testa com a cadeira promove um brutal deslocamento entre sujeito e objeto. Quem dança com quem? Quem age sobre quem? As referências estão deslocadas e, de repente, a cadeira surge como um corpo também agente."
O Estado de S. Paulo, 11/04/2000.

domingo, 20 de junho de 2010

Os Anos de Onetti na Espanha


 

 

De Santa Maria a Madri: potências de uma vida

texto de Máximo Lamela Adó publicado no Livro - Os Anos de Onetti na Espanha, organizado por Liliana Reales (UFSC/BR) e Roberto Ferro (UBA/AR). Editora Letras Contemporâneas, Florianópolis, 2010. 

 

Autores: Noé Jitrik, Daniel Balderston, Máximo Lamela Adó, Marcos Roberto da Silva, Ana Carolina Teixeira Pinto, Roberto Ferro, Francisca Noguerol, Wladimir Antonio da Costa Garcia,  Liliana Reales, Ana Inés Larre Borges, Walter Carlos Costa, Jair da Fonseca, Carlos Liscano, Tabajara Ruas, Eduardo Becerra e Raúl Antelo..