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domingo, 16 de dezembro de 2012

Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte Daniel Gutierrez

 O texto: Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte
Daniel Gutierrez, publicado na Revista Alegrar dialoga com o texto Gilles Deleuze e o cinema do não
de marcos da Rocha Oliveira.

 As editoras da Revista, Kátia Maria Kasper e Cíntia Vieira da Silva escrevem no editorial:

Gilles Deleuze e o cinema do não, por Marcos da Rocha Oliveira, seria um ensaio a respeito de um filme, sob a inspiração de conceitos de Deleuze, ou uma narrativa em um tom entre Borges e Bolaño, lançando referências eruditas e pistas falsas que confundem e seduzem o leitor? Seria este um texto que faz o que diz, adentrando o âmbito do performativo?

Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte por Daniel Gutierrez (Daniel Gutierrez assina por Máximo Daniel Lamela Adó ao modo de Bustos Domecq), texto que dialoga com o anterior (Gilles Deleuze e o cinema do não) e torna o leitor ainda mais hesitante em decidir pelo caráter ficcional ou ensaístico dos dois textos. A potência do falso, em ambos os textos, não é apenas tratada como conceito, mas instituída como prática.

Este é o fotograma do frame do filme "Está tudo pela hora da morte" >>


sábado, 7 de julho de 2012

quinta-feira, 26 de abril de 2012

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA, comunicação apresentada no Salão de ensino UFRGS 2011. RESUMO aqui

sexta-feira, 11 de março de 2011

O CONHECIMENTO COMO DESVIO: DA INFINITA MOBILIDADE DO PENSAMENTO EM NICOLAU DE CUSA



RESUMO

No intuito de designar o processo de pensamento, o filósofo Nicolau de Cusa (1401-1464) dedica-se a descrevê-lo segundo o enlace entre o pensamento finito do humano e a fundamental verdade infinita de Deus. A verdade, contudo, apesar de ser o objeto formal do pensamento humano, jamais é atingida integralmente. Porém, a sua busca é legitimada na medida em que, como infinita, abrange o pensamento finito, sem, por isso, ser finitizada, e, por sua vez, o pensamento finito abrange também, ao ser abrangido, um ponto comum com essa verdade buscada. Dessa maneira, é possível, com Cusa, fazer-se o esquadrinhamento de como a verdade desconhecida de Deus se torna a peça movedora da máquina de pensar humana. Uma das principais consequências disso é o método da douta ignorância como modo de entendimento do conhecimento humano, o qual esta dissertação postula e desenvolve, tomando em consideração o estudo das obras cusanas De docta ignorantia, Idiota e Compendium. A partir desse quadro, então, tem-se como resultante a formação de uma imagem do pensamento humano como potência viva indefinidamente a caminho da sua verdade, que oferece um campo de possibilidades combinatórias infinitas para o seu conhecimento. Conclui-se desta parte que, a inventividade do pensamento cusano constitui o próprio pensamento filosófico como um executador da multiplicidade e do movimento inventivo para a filosofia.



Palavras-chave: Conhecimento. Pensamento-verdade. Nicolau de Cusa.