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quarta-feira, 16 de julho de 2014

2013 | Capítulo de Livro > Sobre realidade e ficção no drama do intelecto


ADÓ, Máximo. "Sobre realidade e ficção no drama do intelecto". In.: FERRAZ, Wagner; GAI, Daniela Noal (Orgs.) Parafernálias I: Diferença, Artes, Educação. Porto Alegre: Indepin, 2013, p.15-34.



https://clubedeautores.com.br/book/147080--Parafernalias_I#.U8aqgLGDjve

  Clique na imagem para acessar o livro na editora


sábado, 8 de março de 2014

2013 - Painel Geração Pixelada | Exposição fotográfica

Local: MIS - Museu da Imagem e do Som - CIC | Centro Integrado de Cultura, Florianópolis SC
Data: de 27 de novembro de 2013 a 02 de fevereiro de 2014
Exposição: 6 fotografias no formato 30x30 em painel com 396 fotografias selecionadas.
Festival de Fotografia de Santa Catarina 2013

Curadoria de Lucila Horn
http://floripanafoto.com/?page_id=1347








sexta-feira, 26 de abril de 2013

Educação Potencial: autocomédia do intelecto

Baixar ou ler Tese disponível no repositório institucional da UFRGS

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Defesa final

   por Sandra Mara Corazza
 
DEFESA FINAL DE TESE DE MÁXIMO DANIEL LAMELA ADÓ
24 janeiro 2013, 9h

Bússola errante, que é o máximo pensar e experimentar,
mas é também o mínimo sujeito prévio.

Máximo ato de cortar, medir, compor, inventar,
mínimo direito a mediocrizar.

Máxima formação, crescimento, expansão,
mínimo que sai ainda cedo demais.

Malha intelectiva que atinge um mistério no tempo do BOP,
desde quando chegou,
meteorito Adó,
vindo de lugar nenhum,
jogado de Santa e Bela,
e se quedou,
criando Mr. Lamela no pedaço.

Daniel, monstro de chifre e marfim,
criador de criatórios de uma Comédia do Intelecto
mais do que humana,
recheada de absurdos e delíriios,
que minimamente tingem o chão de sangue.

Musgo e capim,
harpa e alaúde,
fera que habita as pradarias,
com dom de poder e conhecimento,
ser verde no ventre recém criado,
quando tudo é novo e abundante,
e a Terra é bela em sua Primavera.

Máxima anarco-disponibilidade
de luta
e de mínimas facilidades.
Eu te saúdo, Irmão dos Frutos.
…

Com Idalina, ontem, dia 23 e com Máximo, hoje, dia 24,
vão-se os meus dois únicos orientandos valéryanos.
Sem dúvida, vão prosseguir em sua autoeducação permanente,
nas auroras das noitadas.
Obrigada a vocês dois por todas as nossas parcerias.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte Daniel Gutierrez

 O texto: Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte
Daniel Gutierrez, publicado na Revista Alegrar dialoga com o texto Gilles Deleuze e o cinema do não
de marcos da Rocha Oliveira.

 As editoras da Revista, Kátia Maria Kasper e Cíntia Vieira da Silva escrevem no editorial:

Gilles Deleuze e o cinema do não, por Marcos da Rocha Oliveira, seria um ensaio a respeito de um filme, sob a inspiração de conceitos de Deleuze, ou uma narrativa em um tom entre Borges e Bolaño, lançando referências eruditas e pistas falsas que confundem e seduzem o leitor? Seria este um texto que faz o que diz, adentrando o âmbito do performativo?

Fotobiografema de um frame: a imagem-escusa de Está tudo pela hora da morte por Daniel Gutierrez (Daniel Gutierrez assina por Máximo Daniel Lamela Adó ao modo de Bustos Domecq), texto que dialoga com o anterior (Gilles Deleuze e o cinema do não) e torna o leitor ainda mais hesitante em decidir pelo caráter ficcional ou ensaístico dos dois textos. A potência do falso, em ambos os textos, não é apenas tratada como conceito, mas instituída como prática.

Este é o fotograma do frame do filme "Está tudo pela hora da morte" >>


sábado, 7 de julho de 2012

quinta-feira, 26 de abril de 2012

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA

EDUCAÇÃO POTENCIAL: UMA ORDEM DE COMPOSIÇÃO PRÁTICA, comunicação apresentada no Salão de ensino UFRGS 2011. RESUMO aqui